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MetrôRio assume operação

Com a conclusão das obras e a inauguração da nova linha, a concessionária MetrôRio, responsável pela operação das Linhas 1 e 2, assumiu também a Linha 4 do Metrô no dia 1º de agosto. Com a nova linha, o passageiro poderá se deslocar entre a Pavuna e a Barra, pagando apenas uma passagem.

A Linha 4 do Metrô era um desejo antigo do Rio… E os Jogos Olímpicos foram um belo pretexto para tirá-la do papel. Em seis anos, executamos uma obra de alta complexidade técnica, cumprindo as normas internacionais mais rigorosas para construção e operação de metrôs no mundo.

Geramos mais de 30 mil postos de trabalho e tivemos o apoio de 340 empresas e mais de 200 especialistas e consultores nacionais e internacionais. A Linha 4 representa a mesma extensão de metrô subterrâneo construída no Rio nos últimos 30 anos. Ela foi feita para você.

Maior legado em mobilidade

A Linha 4 encurta distâncias para melhorar a qualidade de vida de cariocas e visitantes, como uma alternativa de transporte rápido, moderno, eficiente e sustentável.

De acordo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a nova linha vai aumentar a produtividade na cidade e gerar uma economia de cerca de R$ 883 milhões por ano, com a redução de pelo menos uma hora no tempo de deslocamento, em congestionamentos entre a Barra e a Zona Sul. Por isso, espera-se também a diminuição no número de acidentes, grande contribuição para o meio ambiente e menos incômodo à saúde da população, com a redução das poluições sonora e do ar.

Números da FGV:

- Em plena operação, transportará 300 mil pessoas/dia

- Menos 4 mil veículos por hora/pico do eixo Barra – Zona Sul

- Migração de passageiros de outros meios de transporte para a Linha 4: redução de aproximadamente 40% nas viagens de automóveis

- Estes usuários representam cerca de 28% da demanda total da Linha 4

- Para ônibus, a redução prevista é de cerca de 48%, contribuindo com 72% da demanda total da Linha 4

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Colaboradores fazem viagem pelo eixo-olímpico

“Atenção, passageiros!”, alertou o maquinista do trem da Linha 4 na viagem especial que reuniu colaboradores dos consórcios Construtor Rio Barra e Linha 4 Sul e alguns familiares, no último dia 28 de julho, às vésperas da inauguração da nova linha. “Vocês tiraram a Linha 4 do papel e a cidade toda agradece o empenho e a dedicação de vocês!”, continuou o condutor, enquanto passava pela ponte estaiada da Barra da Tijuca, em direção a Ipanema.

Ao ouvir pelos autofalantes o desejo de boa viagem, muitos colaboradores se emocionaram. Sacaram celulares para fotos e selfies com os colegas, com quem dividiram a rotina nos canteiros ao longo dos últimos seis anos. No passeio, puderam conhecer, por exemplo, as estações Jardim de Alah, no Leblon, e Jardim Oceânico, na Barra.

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O orgulho estava estampado nos olhos do carpinteiro Luiz Henrique, de 41 anos. Na reta final das obras, ele trabalhou na reurbanização do entorno das estações do Leblon e colocou uma placa de bronze em homenagem aos funcionários na parede da Estação Jardim de Alah. “Minha sensação é de dever cumprido. Foi daqui que tirei o sustento da minha família, o pão de cada dia. Essa é uma obra tão importante para a cidade e é um sonho estar viajando aqui hoje, naquilo que ajudei a construir”. O colega Genivaldo Gonçalves Silva, da área de sistemas, procurou atento seu nome.

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Na obra desde 2014, o engenheiro civil Alexandre Taveira trabalhou na escavação das estações Jardim Oceânico e São Conrado, quando ainda havia nesses locais areia de praia e rocha. “É uma satisfação ver tudo pronto. Com certeza, um dia trarei meu filho para ver essas estações”, planeja ele. Aos poucos, a velocidade reduzida do trem marcava a chegada à estação de desembarque. Entre abraços, os colaboradores se despediam da maior obra de infraestrutura urbana executada na América Latina, nos últimos anos, para que seja entregue à cidade amanhã, 30 de julho, quando será inaugurada.

Veja como foi a viagem foi emocionante!

Ao longo de seis anos…

A construção da nova linha gerou 30 mil postos de trabalho. No pico da obra, foram 9.717 colaboradores – 40% deles vindos de fora do Rio. Havia funcionários de 23 estados brasileiros e do Distrito Federal, em sua maioria dos estados do Rio, Maranhão, Paraíba, Bahia e Ceará.

A Concessionária Rio Barra, responsável pela implantação do empreendimento, preocupou-se em proporcionar um ambiente que estimulasse a qualificação e desenvolvimento profissional dos colaboradores. Assim, com o fim das obras, o efetivo estaria mais preparado para se candidatar a outras vagas no mercado de trabalho. Entre os programas oferecidos havia capacitação, treinamento, cursos técnicos e de inglês, informática e alfabetização. Aproximadamente 15% dos funcionários entraram como ajudantes ou serventes e saíram profissionais como pedreiros, carpinteiros, bombeiros e armadores.

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Estação Jardim de Alah está pronta

Local terá bicicletários e decoração colorida

Serão pouco mais de 11 minutos de viagem entre o Leblon e a Barra da Tijuca, graças à futura Estação Jardim da Alah, construída sob a movimentada Avenida Ataulfo de Paiva. Para o Centro, o passageiro levará 22 minutos. Com a entrega desta estação, o chamado eixo olímpico está pronto e a nova linha será inaugurada no próximo dia 30 de julho.

Quem usufruir desta estação perceberá que seus acessos têm estruturas metálicas com design moderno e padronizado, como as demais da Linha 4. Os vidros receberam tratamento especial com película antirresíduo, o que contribui para o conforto térmico, a visibilidade dos passageiros e integração com o paisagismo do entorno. A estação passou por estudo de cromatização e ficou bem colorida. Há detalhes como árvores de ferro recortado com móbiles que remetem a frutos e se movimentam, guarda-corpo de vidro e corrimão de aço inoxidável com leitura em Braille.

Crédito: Henrique Freire

Crédito: Henrique Freire

Por dia, a previsão é de que 20 mil pessoas circulem pelo local. Jardim de Alah terá dois acessos: um na esquina das avenidas Borges de Medeiros com Ataulfo de Paiva e outro na própria Ataulfo de Paiva, próximo à Rua Almirante Pereira Guimarães. Ambos têm bicicletários para estimular, entre os usuários do metrô, a integração de modais. Ao todo, aliás, a Linha 4 oferecerá 300 vagas para as ‘magrelas’ nos acessos de passageiros de todas as suas estações.

Para relembrar

Foi nesta estação que o ‘Tatuzão’ chegou, em julho de 2015, em uma solução inédita para a engenharia brasileira, pelo método breakthrough submerso. À época, parte da estação foi preenchida com água para equilibrar a pressão do terreno e garantir que a máquina alemã continuasse operando em ambiente similar ao que estava sob o canal do Jardim de Alah. Mundialmente empregada em obras de metrô, foi a primeira vez que a técnica foi utilizada no Brasil.

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Antero de Quental está pronta

Estação do Leblon vai beneficiar 35 mil pessoas/dia

Morador do bairro do Leblon desde a infância, o aposentado Elias Carneiro, de 58 anos, está em contagem regressiva para começar a usar a Linha 4 do Metrô. Ao longo desses anos, ao entrar e sair de casa, acompanhava a movimentação no canteiro de obras da Estação Antero de Quental pensando na economia de tempo, quando precisar ir aos seus compromissos no Centro da cidade.

Passageiros como o Elias vão levar apenas 23 minutos até a Carioca, partindo da Estação Antero de Quental, cujas obras estão concluídas.

O médico anestesista Carlos Amaral, de 64 anos, mora em Friburgo, mas escolheu o coração do Leblon para passar os fins de semana com a família, em um apartamento em frente à praça. Ele pretende usar a nova linha para o lazer.

“O metrô vai ser muito útil, facilitará o acesso a outros bairros, que hoje são muito difíceis de se chegar por meio rodoviário, como a Barra”, avalia. “O Rio deveria ser coberto por metrô em todas as suas regiões, para reduzir o trânsito e facilitar a vida das pessoas”.

Nesta sexta-feira, dia 15, a estação foi apresentada à imprensa, inclusive estrangeira. Com a conclusão das obras civis e dos serviços de acabamento, a estação segue com a finalização da instalação de sistemas e testes operacionais.

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Serão dois acessos na praça – um voltado para a Avenida Bartolomeu Mitre e outro para a Rua General Urquiza, nas esquinas com a Avenida Ataulfo de Paiva -, beneficiando cerca de 35 mil pessoas por dia.

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Construída sob a praça Antero de Quental e a Avenida Ataulfo de Paiva, a estação é moderna, com dois níveis antes do acesso às plataformas de embarque e desembarque, e foi construída de forma a garantir a acessibilidade de todos os passageiros. O destaque arquitetônico é o painel de azulejos coloridos homenageando o surfista carioca.

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Veja mais fotos da estação aqui.

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Testes contra incêndio ocorrem pela 1ª vez no sistema metroviário do Rio

Veja como foi a simulação na Estação Jardim Oceânico, na Barra

Os testes nos sistemas de prevenção e combate a incêndio, que ocorrem pela primeira vez no sistema metroviário do Rio, começaram nesta terça-feira (05/07) pela Estação Jardim Oceânico, na Barra. Foram simulados quatro cenários de incêndio: em dois pontos diferentes nos trilhos, no mezanino e na plataforma da estação.

Simulação usou máquina de gelo seco - Fotos: Henrique Freire

Simulação usou máquina de gelo seco – Fotos: Henrique Freire

Para a realização dos testes, foram utilizadas quatro máquinas de fumaça cenográfica com gelo seco, semelhantes às usadas em festas e boates. Dez ventiladores foram acionados individualmente e ao mesmo tempo, extraindo a fumaça pelas torres de ventilação da estação. Por monitores das salas de operação, os técnicos puderam observar o funcionamento do sistema de extração, dos ventiladores e até o percurso da fumaça. Todo o sistema funcionou como previsto, com resultado positivo para a simulação.

Técnicos puderam avaliar até o percurso da fumaça

Técnicos puderam avaliar até o percurso da fumaça

A fumaça cenográfica usada nos testes não é tóxica à população e a animais domésticos, não havendo qualquer relação com incêndio. As simulações ocorrem até dia 16/07, veja o cronograma aqui.

Assista ao vídeo:

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Trem da Linha 4 circula em testes

Veja como foi o primeiro teste com o trem da Linha 4 no chamado trecho olímpico, entre Ipanema e Barra da Tijuca. Desde a energização das vias permanentes, o trem circula nas madrugadas.

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Linha do Tempo: Estação Jardim de Alah

Em mais um vídeo da série que mostra a evolução das obras de implantação da Linha 4 do Metrô, o engenheiro Demilson Storniolo conta como foi, ano a ano, a execução dos serviços na Estação Jardim de Alah, no Leblon. Em fase de acabamento, a estação recebe escadas rolantes, pastilhas e placas de cerâmica coloridas. Os testes de sistemas operacionais também já são realizados.

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Linha do tempo: ponte estaiada

Ligação entre os túneis escavados em rocha e a Estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, a ponte estaiada da Linha 4 do Metrô é o único trecho onde os trens serão vistos fora do subterrâneo. Construída sobre o canal da Barra da Tijuca, sem impactar no ecossistema, a ponte tem 320 metros de extensão e 26 pares de conjuntos de cabos de aço. Esta é a primeira ponte estaiada para metrô no Rio de Janeiro. Neste vídeo, o engenheiro civil Rodrigo Marques conta os detalhes e curiosidades dessa construção.

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Atenção, passageiros! próxima parada: Estação Nossa Senhora da paz

Curioso para conhecer a Estação Nossa Senhora da Paz, no coração do bairro de Ipanema? Assista ao vídeo e faça um passeio virtual!

Em fase final de acabamento, esta estação de metrô terá dois acessos na área externa da praça: um pela Rua Joana Angélica e outro pela Rua Maria Quitéria.

Cerca de 47 mil pessoas serão transportadas por dia. A viagem entre a Estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, e a Nossa Senhora da Paz vai durar 13 minutos. Desta estação até a Carioca, no Centro, serão 18 minutos.

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Linha do tempo: Estação São Conrado

Aos pés da comunidade da Rocinha, a Estação São Conrado vai beneficiar cerca de 61 mil pessoas por dia. Esta estação foi construída em rocha. Durante a escavação, foram identificadas rochas chamadas chamadas Biotita Gnaisse e Gnaisse Facoidal, que são os principais tipos que formam também o Morro Pão de Açúcar, com idades entre 1 bilhão e 541 milhões de anos.

Neste vídeo da campanha “Linha do tempo”, o engenheiro civil Evando Rezende Junior contar os detalhes dessa construção, ano a ano. A estação terá três acessos de passageiros: Estrada da Gávea, altura do supermercado Extra, Avenida Niemeyer, em frente à Igreja Universal da Rocinha, e Avenida Aquarela do Brasil. Destaque para a iluminação natural nas áreas de bilheterias e catracas. Veja só!

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