Sistemas em teste

Os testes na nova linha metroviária tiveram início em janeiro e ocorrem por fases. As subestações de energia e os sistemas operacionais já estão sendo verificados, como a sinalização nos túneis, equipamentos de controle e até a energização das vias.

277 - Estação Jardim Oceânico, Jardim Oceânico, Kaptimagem - Germando Silva, Relatório 98_

Os sistemas de ventilação e iluminação definitivos também estão instalados nas cinco estações e passam por verificações. Escadas rolantes e elevadores, que garantem a acessibilidade de todos os passageiros e a circulação dentro das estações, até as plataformas, também estão em testes. Na ponte estaiada, a sinalização também foi instalada em todo o trecho.

510 - Kaptimagem - Germando Silva, Ponte, Relatório 98_

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Saiu na imprensa: iluminação da ponte estaiada terá efeito de harpa

As noites da Barra da Tijuca terão uma luz diferente, a partir da inauguração da Linha 4 do Metrô. Contemplada com um dos últimos projetos do artista das luzes Peter Gasper, falecido em maio de 2014, a ponte estaiada da nova linha metroviária terá uma decoração cênica, que trará leveza à chegada ao bairro.

POnte 2

Com tons de branco, o detalhe está na temperatura das cores: fria, mais branca, quase azulada, ou quente, que será mais amarelada. Já na operação, a iluminação poderá ficar estática ou em movimento, com efeito que lembrará as cordas de uma harpa.

Os testes foram feitos de forma escalonada e a iluminação da ponte já está em sua configuração final: nos últimos dias, a decoração cênica da ponte estaiada tem sido acesa por completo, para os últimos ajustes. Ao longo da estrutura, para iluminar os 26 conjuntos de cabos de aço (estais), há 120 projetores distribuídos e fixados à ponte. A iluminação será feita de baixo para cima. Os dois pilares também têm refletores no seu contorno.

Ponte 6

As lâmpadas têm tecnologia LED, com maior economia e durabilidade. A instalação ocorreu entre os meses de março e abril. Os colaboradores fizeram a montagem de 1.500 metros de fitas com lâmpadas LED para a iluminação das placas laterais na cor branca. A via permanente, por onde os trens vão passar, terá iluminação especial para dar destaque à passagem das composições. Em toda a extensão da ponte, a cor azul vai refletir nos vagões.

Ponte 4

Peter Gasper também foi responsável pela iluminação do Cristo Redentor, quando o monumento completou 80 anos, e do Planalto Central, além da Missa para o Papa João Paulo II no Aterro do Flamengo e do show de Frank Sinatra, no Maracanã, ambos em 1980.

Veja o vídeo publicado pelo Globo Online:

http://oglobo.globo.com/rio/nova-iluminacao-da-ponte-estaiada-da-barra-da-tijuca-tera-efeito-de-harpa-19375485

o globo

G1

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Saiu na Imprensa

Jornal O Dia

Informe do Dia 2

Informe do Dia

Jornal O Fluminense

flu

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Veja como foi o encontro de túneis

Depois de percorrer 3.620 metros sob os bairros de Ipanema e Leblon, instalando 1.790 anéis de concreto (aduelas) que formam os túneis na Zona Sul, o Tatuzão chegou à ‘caverna’. Este foi o ponto exato – debaixo da região do Alto Leblon – onde o túnel construído pelo equipamento alemão se conectou aos túneis escavados a partir da Barra da Tijuca.

Construído sob medida para operar no subsolo carioca, formado por rocha e areia, o Tatuzão finalizou a escavação no último dia 10 de abril. Desta forma, os túneis do eixo Barra – Ipanema estão completamente abertos. Veja como foi o rompimento da última parede de rocha:

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Caminho aberto entre Barra e Ipanema

Tatuzão concluiu a escavação dos túneis

Os túneis da Linha 4 do Metrô entre a Barra da Tijuca e Ipanema estão completamente escavados. O Tatuzão – equipamento alemão que constrói os túneis do metrô na Zona Sul do Rio – rompeu a última parede em rocha sob o Alto Leblon na manhã deste domingo (10/4) e, com isso, ligou as zonas Sul e Oeste da cidade. Nesta etapa, a máquina percorreu 3.620 metros e instalou 1.790 anéis de concreto que formam os túneis.

Crédito Divulgação Linha 4.Kaptimagem

Neste trecho, falta instalar apenas um quilômetro de trilhos; outros 22 km já foram colocados. Agora, o equipamento será posicionado e preparado para reiniciar a escavação até a Gávea no segundo semestre, após a inauguração do trecho entre Barra e Ipanema.

Cerca de 100 pessoas, inclusive estrangeiros, trabalham por turno na máquina. Construído sob medida para operar no solo carioca – uma mistura de rocha, areia e água – este é o maior Tatuzão utilizado na América Latina. O equipamento tem 11,5 metros de altura, o equivalente a um prédio de quatro andares, e pesa 27 mil toneladas. O equipamento escava a 12 metros de profundidade, sempre pelo leito das ruas, minimizando o impacto das escavações para o entorno.

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Linha do tempo: Estação Antero de Quental

A Linha 4 inicia hoje a série “Linha do tempo”. Na reta final da implantação da maior obra de infraestrutura urbana em execução na América Latina, nossos engenheiros vão relembrar momentos importantes na construção das estações, ano a ano. Começamos pela Antero de Quental, no Leblon, que vai beneficiar 35 mil pessoas por dia, quando estiver em funcionamento. Com a palavra, o engenheiro Hugo Cunha!

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Tatuzão escava seu último trecho até o encontro com os túneis vindos da Barra da Tijuca

Com 90% das obras concluídas, o ‘Tatuzão’ avança na última etapa da construção dos túneis, sob o Alto Leblon. Ao mesmo tempo em que escava, a máquina alemã instala anéis de concreto (aduelas) que formam os túneis. Agora, faltam 113 metros para a conexão com os túneis escavados a partir da Barra da Tijuca, para a conclusão da ligação metroviária que estará disponível antes dos Jogos Olímpicos. As cinco estações, em reta final de construção, vão estar prontas e em operação na mesma ocasião.

81-Foto Katarine Almieda, Linha 4 Sul, Visita Governador

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Troca de experiência entre os colaboradores

Conhecimento compartilhado colabora, e muito, para o crescimento profissional de cada um. E numa obra de tamanha complexidade como a Linha 4 do Metrô, com tecnologias e soluções muitas vezes implementadas pela primeira vez, os colaboradores têm a oportunidade de aprender um pouco mais. Aliás, partiu deles o interesse de conhecer sobre o funcionamento elétrico de máquinas utilizadas no dia a dia da obra, como pórticos e bombas para o tratamento de esgoto e o rebaixamento do lençol freático necessário à construção das estações.

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Para valorizar essa troca de experiências, a equipe de elétrica do Consórcio Linha 4 Sul (CL4S) está promovendo treinamentos aos colaboradores da área, já que muitos desses materiais são específicos e pouco utilizados em outras obras ou dificilmente encontrados nos cursos profissionalizantes. As aulas são práticas e teóricas. E os professores são os colegas que já trabalham com isso. Uma mesa foi montada especialmente para que eles pudessem praticar o que aprenderam na aula.

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“Nós começamos as aulas em janeiro e a procura tem sido grande. Com o treinamento, os colaboradores não estão preparados só para os desafios da obra, mas também para outras oportunidades de trabalho”, destacou o engenheiro eletricista Ismael Mendes Martins.

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Saiba como ocorre a manutenção do ‘Tatuzão’

É dentro das estações que os colaboradores do Consórcio Linha 4 Sul conseguem ter acesso completo ao Tunnel Boring Machine (TBM), máquina alemã que escava os túneis na Zona Sul. Essas são as paradas programadas para manutenção preventiva, no caminho do ‘Tatuzão’, previstas em projeto e contabilizadas no cronograma de operação do equipamento.

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Cerca de cem pessoas trabalham por turno na máquina, inclusive estrangeiros. Com acesso total à tuneladora, os técnicos conseguem executar, entre outros serviços, a limpeza de peças, lubrificação, reparo com solda, verificação do desgaste das ferramentas de escavação e troca de componentes, além das atividades diárias, como verificações dos níveis de óleo e ajustes nas bombas.

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Como a Estação Jardim de Alah já está escavada, o ‘Tatuzão’ passa arrastado e se autoempurra. Uma estrutura de reação já está sendo montada, para a partida da máquina, em cerca de 15 dias. O ‘Tatuzão’ continuará escavando em direção à região do Alto Leblon, pelo leito da Avenida Ataulfo de Paiva.

Este é o maior ‘Tatuzão’ usado para obras de metrô na América Latina. São 11,5 metros diâmetro, o equivalente a um prédio de quatro andares, e 120 metros de comprimento. O equipamento pesa 27 mil toneladas.

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‘Tatuzão’ já escava em direção à Estação Antero de Quental, no Leblon

Assim como em sua chegada ao Leblon, mais uma solução inédita na engenharia brasileira foi utilizada para a partida da máquina Após passar por uma manutenção preventiva na Estação Jardim de Alah, o Tunnel Boring Machine (TBM), o ‘Tatuzão’, retoma a construção do túnel da Linha 4 do Metrô na Zona Sul do Rio. O equipamento está escavando em direção à Estação Antero de Quental, no Leblon, que está pronta para recebê-lo. Para a partida da máquina, os engenheiros do Consórcio Linha 4 Sul (CL4S), responsável pelas obras neste trecho, utilizaram outra metodologia inédita na engenharia brasileira: um anel metálico com sistema de vedação interno foi acoplado à parede da estação, para equilibrar a pressão exercida pelo terreno e evitar que água e areia entrassem na estação quando o equipamento iniciasse a escavação.

Anel de vedação: técnica inédita no Brasil

Anel de vedação: técnica inédita no Brasil

O anel tem 37 toneladas e 12,3 metros de diâmetro. Produzido na Alemanha sob medida para esta operação, o anel foi montado em oito dias e, em seguida, instalado no local de partida do ‘Tatuzão’. Nesse período, o TBM passava por manutenção programada, enquanto era arrastado pela estação.

TBM passou por manutenção programada, enquanto foi arrastado pela estação

TBM passou por manutenção programada, durante arraste pela estação

O rompimento da parede ocorreu, então, da seguinte forma: o ‘Tatuzão’ se encaixou no anel de vedação e iniciou a escavação. Quando sua cabeça de corte estava totalmente dentro do solo, sob o leito da Av. Ataulfo de Paiva, o anel foi preenchido com grouting (calda de cimento), o que permitiu a vedação total da estação e o avanço da tuneladora. Após a saída completa do ‘Tatuzão’ da estação, a estrutura será desmontada e retirada.

Na chegada do ‘Tatuzão’ à Estação Jardim de Alah, parte da estação foi preenchida com água para receber a tuneladora, que vinha escavando por baixo do canal do Jardim de Alah. A técnica breakthrough submerso, adotada pela primeira vez no Brasil, foi utilizada para equilibrar a pressão do terreno e permitir que o ‘Tatuzão’ continuasse operando em ambiente similar ao que estava sob o canal.

Para a chegada da máquina, parte da estação foi preenchida com água

Para a chegada da máquina, parte da estação foi preenchida com água

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