Deu na imprensa: #Faltam100dias

A 100 dias dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o secretário estadual de Transportes, Rodrigo Vieira, visitou as obras da Linha 4 do Metrô na Barra da Tijuca para acompanhar o andamento dos trabalhos. Em um caminhão adaptado para circulação sobre trilhos, o secretário fez o trajeto que os passageiros farão ao chegar ao bairro, desde a saída do túnel até a Estação Jardim Oceânico, passando pela ponte estaiada.

O jornalista Edimilson Ávila, da TV Globo, esteve com o secretário e acompanhou a visita ao vivo, para a edição especial do RJTV e do Globo Esporte. Durante a visita, Rodrigo Vieira garantiu o início da operação da nova linha para julho, como previsto. Segundo ele, os trens começam a circular em testes pela Linha 4 em junho. As obras chegaram a 94% de conclusão.

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Assista: http://glo.bo/1YU2NaG

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Mais de 5 mil pessoas visitaram as obras da Linha 4

A complexidade da Linha 4 do Metrô, a maior obra de infraestrutura urbana da América Latina, desperta a curiosidade de estudantes de engenharia e visitantes de todo o mundo. Desde o início da obra, mais de cinco mil pessoas visitaram os canteiros das futuras estações, entre eles pelo menos mil universitários estrangeiros – americanos, japoneses, mexicanos, franceses, chineses, noruegueses e quenianos.

Placas no subterrâneo

No subsolo, para que todo esse público tenha uma ideia de por onde está caminhando, em relação à superfície, o Consórcio Linha 4 Sul instalou placas de ruas ao longo dos túneis da Zona Sul. A sinalização, entre as estações General Osório e Jardim de Alah, mostra os nomes das ruas que passam lá em cima.

Placa rua II túnel Linha 4 - Fotos Henrique Freire

Inédita, a iniciativa precisou do auxílio de topógrafos para a identificação das localizações exatas. Ao todo, são 13 placas indicando a passagem pelas ruas de Ipanema, como Maria Quitéria e Aníbal de Mendonça. O Governo do Estado gostou tanto da ideia que determinou que a sinalização seja mantida após a conclusão das obras. Desta forma, os futuros passageiros da Linha 4 poderão ver as placas de dentro dos trens.

Placa rua IV túnel Linha 4 - Fotos Henrique Freire

As visitas ocorrem normalmente no último domingo de cada mês e, com a reta final das obras, as próximas serão as últimas turmas. Para se inscrever, basta ligar para telefone 0800-0210620.

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Por que é tão grande?

Muita gente se pergunta qual o motivo de a ponte estaiada do metrô ter aquele tamanho. A altura dela diz respeito ao dimensionamento da sua própria estrutura. Construída para ligar os túneis escavados em rocha no Morro do Focinho do Cavalo à Estação Jardim Oceânico, na Barra, ela foi projetada desta maneira para preservar a circulação de veículos nas ruas localizadas debaixo dela: a Estrada da Barra da Tijuca e a ponte nova do Itanhangá.

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Há outro detalhe importante no projeto desta ponte: não há fundações dentro do canal da Barra da Tijuca, o que preserva o ecossistema e a navegabilidade de embarcações. Justamente por isso, o modelo estaiado – bastante utilizado na engenharia moderna – foi escolhido: são 26 conjuntos de cabos de aço (estais) para dar conta de 320 metros de extensão da construção, com rampa e curva, como não existe no país.

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Esta é a primeira ponte estaiada para metrô no Rio de Janeiro e tem dois pilares de 72 metros de altura. Suas dimensões são necessárias para suportar esforços e tensões da própria estrutura e também durante a passagem dos trens. Embora chame atenção por seu tamanho, há outras pontes estaiadas ainda maiores, como a do Fundão, por exemplo, que tem pilares com 90 metros de altura. Em São Paulo, os pilares da ponte Octávio Frias de Oliveira têm 138 metros.

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Obras estão 92,5% concluídas

Morador de Queimados, na Baixada Fluminense, o segurança Jonathan de Morais, de 31 anos, acompanha de perto os avanços das obras de implantação do metrô na Barra da Tijuca. A Linha 4 do Metrô chega a 92,5% de conclusão e será inaugurada em julho. Daí a expectativa de Jonathan: a Estação Jardim Oceânico ficará bem pertinho do shopping onde ele trabalha, reduzindo seu tempo de deslocamento.

“Saio de casa às 4h30, para estar às 7h na Barra. Pego dois ônibus e enfrento muito trânsito na Avenida Brasil e na Linha Amarela. Tenho mais uma caminhada de quase 20 minutos até o trabalho. Com o metrô, vai ser um adianto!”, comemora.

Jonathan gasta hoje mais de duas horas de casa até o trabalho

Jonathan gasta hoje mais de duas horas de casa até o trabalho

Com a inauguração da Linha 4, Jonathan pretende pegar o metrô na Central do Brasil e descer na “porta” do trabalho. “Hoje, chego em casa quase 23h e não é todo dia que vejo minha filhinha pequena acordada. Isso vai mudar”, avalia.

Todas as cinco estações que estarão em operação antes dos Jogos Olímpicos (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, São Conrado e Jardim Oceânico) estão em fase de acabamento e já contam com acessos de passageiros, piso de granito, pastilhas decorativas e painéis artísticos instalados. As escadas rolantes e elevadores também estão em testes em algumas estações. Todas elas foram construídas de forma a garantir a acessibilidade dos passageiros, inclusive com rampas.

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Linha do tempo: Estação Jardim Oceânico

Dando continuidade à série “Linha do tempo”, o engenheiro Tomaz Jimenez conta como foi a evolução das obras da Estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca. Multimodal, esta estação estará conectada ao terminal do sistema BRT e terá outros dois acessos de passageiros, beneficiando mais de 91 mil pessoas por dia, quando estiver em funcionamento.

Durante as obras, por causa do lençol freático a apenas dois metros da superfície, foi preciso manter 400 bombas hidráulicas em funcionamento, para permitir a escavação e o trabalho dos colaboradores. Em fase de acabamento, a estação já tem trilhos em sua extensão, painéis artísticos, escadas rolantes e elevadores em testes e o “céu estrelado”, solução arquitetônica que privilegia a iluminação natural na área de circulação de passageiros.

Confira!

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Caminho aberto entre Barra e Ipanema

Tatuzão concluiu a escavação dos túneis

Os túneis da Linha 4 do Metrô entre a Barra da Tijuca e Ipanema estão completamente escavados. O Tatuzão – equipamento alemão que constrói os túneis do metrô na Zona Sul do Rio – rompeu a última parede em rocha sob o Alto Leblon na manhã deste domingo (10/4) e, com isso, ligou as zonas Sul e Oeste da cidade. Nesta etapa, a máquina percorreu 3.620 metros e instalou 1.790 anéis de concreto que formam os túneis.

Crédito Divulgação Linha 4.Kaptimagem

Neste trecho, falta instalar apenas um quilômetro de trilhos; outros 22 km já foram colocados. Agora, o equipamento será posicionado e preparado para reiniciar a escavação até a Gávea no segundo semestre, após a inauguração do trecho entre Barra e Ipanema, em julho deste ano.

Cerca de 100 pessoas, inclusive estrangeiros, trabalham por turno na máquina. Construído sob medida para operar no solo carioca – uma mistura de rocha, areia e água – este é o maior Tatuzão utilizado na América Latina. O equipamento tem 11,5 metros de altura, o equivalente a um prédio de quatro andares, e pesa 27 mil toneladas. O equipamento escava a 12 metros de profundidade, sempre pelo leito das ruas, minimizando o impacto das escavações para o entorno.

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Tatuzão na reta final

Faltam apenas 46 metros para a conclusão da escavação dos túneis da Linha 4 do Metrô no eixo Barra da Tijuca – Ipanema. Neste vídeo, gravado entre a expansão da Estação General Osório, em Ipanema, e a Estação Jardim de Alah, no Leblon, é possível ver os túneis prontos, inclusive com trilhos instalados. Para a conclusão da instalação dos trilhos, resta apenas um quilômetro. As imagens simulam o avanço do ‘Tatuzão’, que já passou pelas estações Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah e Antero de Quental. Agora, a máquina se encontra sob o maciço do Alto Leblon.

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Trilhos: só falta um quilômetro!

Já são mais de 22 quilômetros de trilhos instalados nos túneis da Linha 4 do Metrô entre a Barra da Tijuca e Ipanema, nos dois sentidos, restando apenas um quilômetro para a conclusão deste serviço. As instalações de equipamentos de sinalização e passarelas de emergência acompanham os serviços de implantação das vias permanentes, por onde os trens vão passar.

Túnel construído pelo Tatuzão entre as estações N. Sra. da Paz e Jardim de Alah

Túnel construído pelo Tatuzão entre as estações N. Sra. da Paz e Jd. de Alah

Túnel escavado em rocha entre São Conrado e Leblon

Túnel escavado em rocha entre São Conrado e Leblon

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Estação Nossa Senhora da Paz está na reta final

Quem visita a Estação Nossa Senhora da Paz, localizada no coração do bairro de Ipanema, já pode fazer o trajeto exatamente como os passageiros que vão utilizar o serviço, quando a nova linha estiver em funcionamento, a partir de julho de 2016. Ao entrar na estação, seja pelo acesso da Rua Maria Quitéria ou da Rua Joana Angélica, nas esquinas da praça, com a Rua Visconde de Pirajá, o passageiro será brindado com painéis artísticos.

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A palavra-chave da Estação Nossa Senhora da Paz será acessibilidade. A estação terá 14 escadas rolantes – já montadas – e três elevadores, com as estruturas e equipamentos prontos. A faixa amarela, de proteção aos usuários, também já se encontra devidamente instalada nos pisos de granito das plataformas de embarque e desembarque. Neste nível, é possível ver os trilhos por onde os trens vão passar em direção à Barra da Tijuca e no sentido Centro/Zona Norte.

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A fase de acabamento segue à todo vapor na estação, na qual estão sendo instaladas as placas de cerâmica que revestem toda a tubulação elétrica e fiação. Para a escolha das cores verde, coral, cinza claro, amarelo e azul, todas em tom mais vibrante, três estudos de cromatização foram elaborados.

 

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Estação Antero de Quental: mezanino está construído

Morador do Leblon, o corretor de seguros Egas Santiago, de 61 anos, vendeu o carro há alguns anos, incomodado com as horas perdidas no trânsito da cidade. Adepto ao transporte público, frequentemente ele precisa ir a Botafogo ou ao Centro e, por isso, também está em contagem regressiva para utilizar a Linha 4 do Metrô.

Egas desistiu do carro por causa do trânsito e espera pela inauguração do metrô

Egas desistiu do carro e espera pela inauguração do metrô

“Acho que a ampliação do metrô é a melhor saída para a mobilidade urbana das cidades em desenvolvimento. Eu desisti do carro por causa do trânsito e estou feliz em ter uma estação na esquina de casa. Vai me livrar do ônibus até General Osório e beneficiar muita gente também”, comenta.

Egas é vizinho à futura Estação Antero de Quental, que terá dois acessos de passageiros nas esquinas da Avenida Ataulfo de Paiva com a Rua General Urquiza e a Avenida Bartolomeu Mitre.

Detalhe das bilheterias da Estação Antero de Quental

Detalhe das bilheterias da Estação Antero de Quental

Em fase de acabamentos, Antero de Quental já tem acessos de passageiros prontos, piso de granito e pastilhas decorativas no andar das bilheterias e roletas. O mezanino e as plataformas foram construídos e recebem piso de granito. Para conectar os pisos, elevadores e escadas rolantes estão sendo instalados. Alguns, inclusive, já seguem em testes.

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