#EuFaçoLinha4 Anderson ‘Bota Fora’ Pereira atuou em todas as estações da Linha 4

O nome é Anderson Pereira. Mas ninguém o conhece como tal. Encarregado geral especialista em escavações, ‘Bota Fora’ ganhou o apelido logo no início de carreira, nos anos 1990, de colegas de uma obra em São Paulo, depois de chegar atrasado no serviço e ter sido encaminhado para dormir no bota-fora do empreendimento, espaço reservado para depósito de materiais. Há 20 anos na construção civil, passou por obras de estações da Linha 1, como Siqueira Campos, Cantagalo e General Osório e, desde 2009, está na Linha 4 do Metrô. “Comecei na escavação do Emboque Barra. Depois, trabalhei de 2010 a 2013 na Estação São Conrado. Em seguida, fui para a Estação Gávea”.

Não para por aí. Em resumo, o colaborador atuou em todas as frentes de serviço da Linha 4. “Esse ano vim para a escavação do poço Igarapava, no Leblon. Também atuei nas estações Jardim de Alah e Antero de Quental. Agora, inicio o trabalho na via permanente (nível por onde passam os trens) entre General Osório e Nossa Senhora da Paz”.

Além do inusitado apelido, a convivência diária com os demais colaboradores lhe rendeu bons frutos ao longo da carreira. “A gente adquire experiência, mas com certeza as amizades que pude fazer nesses anos de profissão são uma alegria na minha vida”.

 

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Fotos da Estação Antero de Quental estão no Flickr

Localizada no Leblon, a Estação Antero de Quental receberá, a partir de 2016, cerca de 35 mil usuários por dia. Serão dois acessos: um voltado para a Rua General Urquiza e outro para a Avenida Bartolomeu Mitre.

O tempo de viagem entre as estações Jardim Oceânico, na Barra, e Antero de Quental será de 9min31s. Do Leblon ao Centro, o passageiro levará 23 minutos.

Confira as fotos aqui: http://bit.ly/1GlzVl4

Foto: FVD Studio

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Um dia nas obras da Linha 4 do Metrô

A jornada de um operário na maior obra de infraestrutura urbana da América Latina vai muito além do trabalho com maquinário pesado e concreto. Quer saber como é o dia de trabalho de um colaborador na Linha 4? Clique no vídeo e confira:

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Sítio da Leopoldina revela peças arqueológicas do Rio Pré-Histórico

Artefatos de pedra e conchas de sambaquis têm entre 4 e 3 mil anos e contam a história de indígenas primitivos do Rio de Janeiro

O sítio arqueológico do Matadouro Imperial, na área de estoque de aduelas da Linha 4 do Metrô, na região da Leopoldina, Centro, revela mais tesouros da história do Rio de Janeiro. A equipe de Arqueologia do Consórcio Linha 4 Sul encontrou e está estudando cerca de 50 artefatos de pedra e mais de 400 conchas característicos da Pré-História. São peças de 4 a 3 mil anos atrás, do período quando os paleoíndios, que circulavam pelas terras ao redor da Baía de Guanabara, eram caçadores-pescadores, coletores e nômades (e seminômades) – ainda não haviam formado tribos, como as concebemos. As conchas, pontas de lança, batedores e raspadores estão entre os mais de 220 mil artefatos encontrados no sítio arqueológico da Leopoldina, que já apresentou ao mundo objetos de uso cotidiano da Corte de Dom Pedro II, como escovas de dentes, perfumes, remédios, louças e até joias de ouro.

Uma curiosidade desta descoberta do período Pré-Histórico é que as peças estavam misturadas à chamada “camada histórica” – o material foi achado de 30 cm até 120 cm de profundidade – o que não é comum. Normalmente, estariam na parte mais profunda da escavação, que em algumas partes chegou até 2,50m de profundidade.

Sambaquis

Sambaquis são amontoados de conchas e outros resíduos acumulados por ação humana, encontrados comumente em área de litoral recortado, com baías, mangues, enseadas e restingas. Eles podem chegar a ter 30m de altura e formam o tipo de sítio arqueológico típico de populações pré-históricas, de grupos nômades e seminômades, que tinham sua vida cotidiana ligada ao mangue, de onde tiravam sua subsistência (ostras, peixes, siris, conchas bivalves). Os sambaquis não eram a moradia destes grupos, mas o local onde eram depositados as sobras de alimentação e os instrumentos obsoletos e também serviam como sinalização de que aquela área era propícia para a busca de alimentos. Podiam ser usados ainda como uma espécie de “cemitério” dos grupos caçadores-pescadores e coletores.

Confira as fotos no Flickr: http://bit.ly/1etyRAx

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Festival Arte Leblon leva shows e intervenções culturais em comemoração aos 96 anos do bairro

As ruas do Leblon foram ocupadas, durante 10 dias, por uma série de shows, arte, dança, pintura e intervenções culturais promovidas pelo Festival Arte Leblon. O evento teve apoio do Consórcio Linha 4 Sul, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O encerramento aconteceu no último domingo, 26 de julho, data em que foi comemorado o aniversário de 96 anos do Leblon.

Confira no vídeo a opinião de quem esteve no evento:

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#VoudeLinha4: na Central, cariocas falam da expectativa pela Linha 4

Economizar tempo de deslocamento na cidade, fazer o trajeto da Barra ao Centro em 34 minutos em trens com ar-condicionado 33% mais potente, além de melhorar a fluidez no trânsito. Estes são alguns dos benefícios que a Linha 4 do Metrô vai trazer para a mobilidade urbana do carioca, a partir de 2016.

Confira a opinião da população no vídeo da série #VoudeLinha4:

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Festival Arte Leblon leva arte, música e dança às ruas do Leblon até domingo

O Festival Arte Leblon movimentou as ruas do bairro, no primeiro fim de semana de ocupação cultural do Leblon. Com apoio do Consórcio Linha 4 Sul, o Festival segue até o próximo domingo (26/07). Na abertura, na última sexta, o espetáculo Noites de Parangolé encantou o público, na Praça Atahualpa. Domingo de manhã, ao lado dos tapumes da futura Estação Antero de Quental, o Teatro de Anônimo apresentou Circo em Família, uma atração animada para as crianças. À noite, foi a vez da Festa Puzzl na Praça Cazuza, reunindo a turma jovem.

Moradora do bairro, a dentista Isabella Magalhães, de 42 anos, acompanhou a abertura. “Foi uma noite muito agradável, com música de qualidade. Esse evento na rua é a cara do Rio”, disse ela.

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Governador Pezão e secretário Osorio visitam as obras da Estação Jardim de Alah

O governador Pezão e o secretário estadual de Transportes Carlos Osorio participaram, nesta terça-feira (21/07), de uma visita às obras da Estação Jardim de Alah, onde o Tunnel Boring Machine (TBM), conhecido como ‘Tatuzão’, chegou em 10 de julho. Na ocasião, foi utilizada técnica inédita no Brasil, chamada breakthrough submerso. Ela ajudou a equilibrar a pressão do terreno e permitiu que o Tatuzão continuasse em ambiente similar ao que estava sob o canal do Jardim de Alah.

Estação Jardim de Alah

Localizada no Leblon, esta estação receberá cerca de 20 mil pessoas por dia, a partir de 2016. Serão dois acessos: um na esquina da Avenida Borges de Medeiros com a Avenida Ataulfo de Paiva, em frente ao canal do Jardim de Alah, e outro na Ataulfo de Paiva com a Rua Almirante Pereira Guimarães. Para chegar da Barra ao Jardim de Alah, o passageiro levará 11minutos e 11 segundos. Já o trajeto entre as estações Jardim de Alah e Cinelândia, no Centro, será de 20 minutos.

 

 

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Festival Arte Leblon tem música, cinema, dança, pintura e muito mais

A partir desta sexta-feira (17) até o dia 26 de julho, o Festival Arte Leblon ocupa o bairro com shows, oficina de circo, feira de arte impressa, trapézio no mobiliário urbano, poesia de rua, workshops de desenho técnico, fotografia e grafite e walking tour por prédios tombados. O evento tem apoio do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 entre Ipanema e Gávea, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Acompanhe as novidades do Festival em nosso Instagram: @linha4dometro

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