Ponte estaiada: instalação de trilhos entra na reta final

Com a conclusão das obras civis da ponte estaida, que liga os túneis escavados em rocha à Estação Jardim Oceânico, na Barra, a equipe de sistemas do Consórcio Construtor Rio Barra (CCRB) entrou em campo e completa este mês a instalação dos trilhos no trecho suspenso sobre o canal da Barra da Tijuca. Em paralelo, os colaboradores já retiram as estruturas de acesso, andaimes e escadas que deram apoio à construção dos dois pilares. Também em fevereiro, a iluminação cenográfica começa a ser instalada.

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Linha 4 contra o Aedes Aegypti

Nos canteiros da Linha 4 do Metrô, todos estão de olhos bem abertos contra o mosquito transmissor da Dengue e da Zika. Além das visitas periódicas da equipe de Meio Ambiente, que buscam identificar e tratar qualquer tipo de ambiente propício à proliferação do mosquito Aedes Aegypti, os próprios colaboradores mantêm o espírito colaborativo e alertam seus superiores sobre qualquer recipiente que possa vir a acumular água.

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As ações de combate ao mosquito são rotineiras, com palestras, distribuição de folhetos explicativos e cartazes pelos canteiros. Adesivos são colados em caixas d’água e tonéis para mostrar que ali não há foco do mosquito. Os tonéis e caixas d´água recebem ainda cloro em pó e a água fica imprópria para as larvas. Também foram montadas armadilhas sustentáveis, feitas com garrafas PET, que aprisionam o mosquito nascido no interior das armadilhas.

O controle de vetores é prática da Concessionária Rio Barra desde o início das obras, em 2010, mas o objetivo atual é extrapolar os limites dos canteiros e criar em todos a cultura do combate à Dengue e à Zika.

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#FaltaPouco

Faltam 600 metros para o encontro do túnel construído pelo Tatuzão com o que foi escavado em rocha, a partir da Barra da Tijuca. Ao mesmo tempo em que escava, o equipamento alemão instala os anéis de concreto (aduelas) que formam o túnel da Zona Sul.

Equipamento, durante a passagem pela Estação Jardim de Alah, no Leblon, em julho

Tatuzão, em passagem pela Estação Jardim de Alah, no Leblon, em julho

O Tatuzão segue pelo leito da Avenida Ataulfo de Paiva, em direção à região do Alto Leblon. Lá, passará pelo poço de ventilação da Linha 4, na esquina das avenidas Ataulfo de Paiva e Visconde de Albuquerque, onde fará a troca das ferramentas da cabeça de corte para retomar a escavação em rocha, dos 300 metros finais.

O encontro dos túneis ocorrerá na ‘caverna’, construída a 35 metros de profundidade. Trata-se de uma seção maior do túnel, com 220 metros e 12 metros de altura, que está pronta para receber o Tatuzão. A chegada do equipamento completará o eixo Barra-Ipanema, que estará operando antes dos Jogos Olímpicos

É na caverna que haverá o encontro de túneis, sob o Alto Leblon

É na caverna que haverá o encontro de túneis

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Cores das estações

Da infinidade de cores, surge o estudo de cromatização dos materiais de revestimento das paredes das novas estações da Linha 4 do Metrô. A partir daí, são escolhidas as que trarão uma identidade visual a cada estação, e que, aliadas à iluminação das diversas áreas públicas, oferecerão conforto visual aos passageiros. O trabalho é do arquiteto Urbano Iglesias, que também considerou a harmonização com os painéis artísticos distribuídos em alguns locais das estações.

As cores da Cidade Maravilhosa são a grande inspiração: o amarelo do sol, o azul do mar, o verde das matas. Algumas das estações têm tons pastel. Há também variações de cores mais vibrantes, mais fortes.

Estação Nossa Senhora da Paz

Para esta estação, três estudos foram elaborados até que se chegasse à combinação das cores: as placas de cerâmica, que revestem toda a tubulação elétrica e fiação, receberam tons de verde, coral, amarelo e azul, em tom mais vibrante. As pastilhas são verdes.

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Estação Jardim de Alah

O outono foi lembrado como referência para a escolha das cores. O estudo de cromatização para as placas de cerâmica desta estação indicou tons de cinza, verde, laranja escuro, e amarelo. Prevalece a cor verde para as paredes revestidas com pastilhas.

Estação Antero de Quental

Já o tom predominante na Estação Antero de Quental, no Leblon, é o azul, lembrando o azul do mar. Os dutos serão de cor laranja.

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Estação São Conrado

Nos acessos de passageiros, o revestimento do túnel apresenta um colorido especial, com dois tons de verde, amarelo, laranja escuro e azul. Construída dentro do túnel, a estação ganhou dutos de ventilação amarelos, em um belo contraste com o cinza do concreto projetado.

Estação Jardim Oceânico

Respeitando a harmonização da gama de cores, a Estação Jardim Oceânico tem como base tons de amarelo, que vão colorir e vibrar a primeira estação metroviária da Barra.

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*O estudo de cromatização da Estação Gávea ainda está sendo elaborado.

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Poço de ventilação: próximo local de passagem do ‘Tatuzão’

Prédio subterrâneo, no Leblon, receberá salas técnicas e funcionará como área de ventilação e saída de emergência

Entre as avenidas Ataulfo de Paiva e Visconde de Albuquerque, na região do Alto Leblon, um canteiro de obras da Linha 4 do Metrô chama a atenção. Se ali não haverá estação, o que seria?

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Trata-se do poço de ventilação e saída de emergência da nova linha. O poço tem 22 metros de diâmetro por 32 metros de profundidade, o que corresponde a um prédio de dez andares. Em fase de acabamentos, o poço receberá o Tunnel Boring Machine, o ‘Tatuzão’, em sua última passagem.

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Neste momento, os colaboradores do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras na região, preparam o ambiente para a chegada da máquina alemã: o ‘Tatuzão’ passará por dentro de uma espécie de caixote, preenchido com argamassa, técnica utilizada para permitir que o equipamento continue operando em ambiente similar ao que estava.

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A passagem no poço servirá também para a troca de ferramentas da roda de corte, garantindo a retomada da escavação em rocha, já que o ‘Tatuzão’ seguirá por dentro do maciço do Alto Leblon em direção aos túneis abertos desde a Barra da Tijuca, fazendo a conexão das vias.

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O edifício subterrâneo está dividido em quatro níveis. O primeiro andar terá um reservatório de água e casas de bombas. O segundo piso será o porão de cabos. No terceiro nível ficarão a subestação de energia e a sala de baterias, um ambiente confinado e projetado com piso de cerâmica especialmente para receber esses equipamentos. A área de ventilação, com piso de alta resistência por causa dos equipamentos, e as salas técnicas ficarão no quarto andar. Nas laterais, escadas para saída de emergência.

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Para saber como o poço foi construído, clique aqui: http://bit.ly/1K8XM6l

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Jardim Oceânico será estação multimodal, integrada ao sistema BRT

Em fase de acabamentos, a Estação multimodal Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, já está conectada à área onde haverá integração ao sistema BRT. O terminal do BRT está sendo construído pelo Governo do Estado, via Consórcio Construtor Rio Barra (CCRB), responsável pelas obras da Linha 4 neste trecho, com recursos da Prefeitura do Rio.

A escada entre o mezanino da estação de metrô e o terminal BRT já está pronta, com espaço preparado para receber um elevador e escadas rolantes. Os outros dois acessos à estação ficam na Avenida Armando Lombardi, altura da Unimed, no sentido Recreio, e na Avenida Fernando de Mattos, próximo à Armando Lombardi, sentido Zona Sul.

Integração

A Linha 4 do Metrô fecha o anel de alta performance dos transportes para 2016. Ela faz a conexão entre a Barra da Tijuca e todo sistema metroviário: Zona Sul, Centro, Zona Norte; e se conecta aos BRTs da Prefeitura, em especial à TransOeste, que vai da Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande, e à TransCarioca, da Barra até o Aeroporto Internacional Tom Jobim, interligado a Barra a Curicica, Ilha do Governador, Taquara, Tanque, Praça Seca, Campinho, Madureira, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Penha, Olaria e Ramos.

Tempos de viagem

Da Barra a Ipanema, por exemplo, o passageiro vai levar apenas 13 minutos. Até o Centro, a viagem vai durar 34 minutos. Para o Maracanã, serão 54 minutos. E até a Pavuna: 1h20 com transbordo na Estação General Osório (hoje, o trajeto com metrô + integração para a Barra fica em 2h20).

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Colaboradores iniciam reurbanização da Praça Nossa Senhora da Paz

Os colaboradores do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô entre Ipanema e Gávea, iniciam a reurbanização da Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. Entre as ações de revitalização, destaca-se a devolução do parquinho infantil ao seu lugar de origem, com brinquedos novos.

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Além disso, serão feitos plantios de mudas e novos replantios de árvores que foram transplantadas no início das obras, pintura das grades que rodeiam a praça e recomposição das calçadas com pedras portuguesas e tijolinhos, tradicionais em Ipanema. A área devolvida terá ainda nova iluminação, bancos reformados e projeto de paisagismo.

Vale lembrar que, em julho de 2014, foi realizada a reabertura parcial da praça (46%) ao público. O espaço foi reurbanizado e teve seus equipamentos públicos e monumentos restaurados, como o coreto, os monumentos ‘Crianças brincando de roda’, da artista plástica Lúcia Guerreiro, e ‘A menina dos balões encantados’, da artista plástica Sandra Guinle e o laguinho. Durante as obras, a figueira mais antiga da praça, tão querida pelos moradores, foi preservada.

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Saiu na imprensa: jornal Francês e O Globo destacam reta final da obra

A fase final das obras da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro ganha destaque com a matéria “Metrô: só faltam 680 metros de escavação”, no jornal O Globo de ontem, 20 de janeiro, dia de São Sebastião, padroeiro da cidade.

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Leia a matéria aqui: http://glo.bo/1T9yNHn

A agência francesa France-Presse também visitou as obras da futura Estação Nossa Senhora da Paz. Confira o vídeo aqui: http://bit.ly/1PkSjAO

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Acompanhe: Por dentro da Estação Jardim de Alah

A estrutura metálica da cobertura do acesso de passageiros está sendo montada na entrada da Avenida Ataulfo de Paiva, próxima à Rua Almirante Pereira Guimarães. Ali, o acesso já ganhou escadas fixas.

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Dentro da futura estação, os trabalhos se concentram na execução da laje de fundo. Os colaboradores também trabalham na construção dos dois andares das salas técnicas, além do porão de cabos. As instalações elétricas estão sendo montadas. O outro acesso da estação ficará na Ataulfo de Paiva, esquina com Borges de Medeiros.

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Tesouros da arqueologia continuam sendo revelados na Leopoldina

Em 2013, a equipe de arqueologia contratada pelo Consórcio Linha 4 Sul encontrou na região da Leopoldina cerca de 220 mil artefatos arqueológicos no local onde hoje estão estocadas as aduelas – anéis de concreto que formam os túneis entre Ipanema e a Gávea da Linha 4 do Metrô. Desde então, o trabalho dos arqueólogos coordenados por Claudio Prado de Mello é triar, limpar, analisar e tombar as peças.

“Nosso objetivo é que todas as 220 mil peças já estejam registradas quando o sítio for reaberto, no ano que vem. Porque sabemos que vamos resgatar mais milhares de peças e o volume de trabalho será grande de novo”, afirma Claudio.

O material resgatado em 2013 ficou armazenado em dois depósitos grandes, em sacos numerados, ainda com a terra do local onde foram encontrados. Todos os dias, os sacos são abertos, o material é peneirado, passa por triagem, é limpo e colocado para secar. Se estiver em pedaços que possam ser colados, são consolidados em peças inteiras – ou o mais próximo disso. Depois, os artefatos são tombados (registrados) e identificadas de acordo com material e estilo.

Arqueólogo Cláudio Prado mostra pedra e ponta de lança do período paleo-índio

Arqueólogo Claudio Prado de Mello mostra pedra e ponta de lança do período paleo-índio

Deste trabalho, foram identificadas cerca de 50 artefatos de pedra (pontas de lança, batedores e raspadores) e mais de 700 conchas característicos da Pré-História. São peças de 4 a 3 mil anos atrás, do período quando os paleo-indios, que circulavam pelas terras ao redor da Baía de Guanabara, eram caçadores-pescadores, coletores e nômades (e seminômades) – ainda não haviam formado tribos, como as concebemos.

As peças do período imperial – como a famosa escova de dentes atribuída a Dom Pedro II – também continuam sendo reveladas. Em um dos sacos abertos este ano foi encontrada o dentifrício que Dom Pedro II usava: trata-se de um pó onde se passada a escova de dentes, com as cerdas ligeiramente molhadas. O pó grudava nas cerdas e fazia uma espécie de pasta esfoliante, para a limpeza dos dentes. “É o par da escova de dentes, uma descoberta bastante interessante do ponto de vista da vida cotidiana do Império”, explica Claudio.

Dentifrício e escova de dentes da Era do Império

Dentifrício e escova de dentes da Era do Império, encontrados durante as escavações

Todo o trabalho de arqueologia na Linha 4 do Metrô é coordenado pelo Governo do Estado e pelo Consórcio Linha 4 Sul e tem a fiscalização federal do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e municipal do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH).

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