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Atenção, passageiros! próxima parada: Estação Nossa Senhora da paz

Curioso para conhecer a Estação Nossa Senhora da Paz, no coração do bairro de Ipanema? Assista ao vídeo e faça um passeio virtual!

Em fase final de acabamento, esta estação de metrô terá dois acessos na área externa da praça: um pela Rua Joana Angélica e outro pela Rua Maria Quitéria.

Cerca de 47 mil pessoas serão transportadas por dia. A viagem entre a Estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, e a Nossa Senhora da Paz vai durar 13 minutos. Desta estação até a Carioca, no Centro, serão 18 minutos.

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Linha do tempo: Estação São Conrado

Aos pés da comunidade da Rocinha, a Estação São Conrado vai beneficiar cerca de 61 mil pessoas por dia. Esta estação foi construída em rocha. Durante a escavação, foram identificadas rochas chamadas chamadas Biotita Gnaisse e Gnaisse Facoidal, que são os principais tipos que formam também o Morro Pão de Açúcar, com idades entre 1 bilhão e 541 milhões de anos.

Neste vídeo da campanha “Linha do tempo”, o engenheiro civil Evando Rezende Junior contar os detalhes dessa construção, ano a ano. A estação terá três acessos de passageiros: Estrada da Gávea, altura do supermercado Extra, Avenida Niemeyer, em frente à Igreja Universal da Rocinha, e Avenida Aquarela do Brasil. Destaque para a iluminação natural nas áreas de bilheterias e catracas. Veja só!

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Deu na imprensa: #Faltam100dias

A 100 dias dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o secretário estadual de Transportes, Rodrigo Vieira, visitou as obras da Linha 4 do Metrô na Barra da Tijuca para acompanhar o andamento dos trabalhos. Em um caminhão adaptado para circulação sobre trilhos, o secretário fez o trajeto que os passageiros farão ao chegar ao bairro, desde a saída do túnel até a Estação Jardim Oceânico, passando pela ponte estaiada.

O jornalista Edimilson Ávila, da TV Globo, esteve com o secretário e acompanhou a visita ao vivo, para a edição especial do RJTV e do Globo Esporte. Durante a visita, Rodrigo Vieira afirmou que os trens começam a circular em testes pela Linha 4 em junho. As obras chegaram a 94% de conclusão.

rjtv

Assista: http://glo.bo/1YU2NaG

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Mais de 5 mil pessoas visitaram as obras da Linha 4

A complexidade da Linha 4 do Metrô, a maior obra de infraestrutura urbana da América Latina, desperta a curiosidade de estudantes de engenharia e visitantes de todo o mundo. Desde o início da obra, mais de cinco mil pessoas visitaram os canteiros das futuras estações, entre eles pelo menos mil universitários estrangeiros – americanos, japoneses, mexicanos, franceses, chineses, noruegueses e quenianos.

Placas no subterrâneo

No subsolo, para que todo esse público tenha uma ideia de por onde está caminhando, em relação à superfície, o Consórcio Linha 4 Sul instalou placas de ruas ao longo dos túneis da Zona Sul. A sinalização, entre as estações General Osório e Jardim de Alah, mostra os nomes das ruas que passam lá em cima.

Placa rua II túnel Linha 4 - Fotos Henrique Freire

Inédita, a iniciativa precisou do auxílio de topógrafos para a identificação das localizações exatas. Ao todo, são 13 placas indicando a passagem pelas ruas de Ipanema, como Maria Quitéria e Aníbal de Mendonça. O Governo do Estado gostou tanto da ideia que determinou que a sinalização seja mantida após a conclusão das obras. Desta forma, os futuros passageiros da Linha 4 poderão ver as placas de dentro dos trens.

Placa rua IV túnel Linha 4 - Fotos Henrique Freire

As visitas ocorrem normalmente no último domingo de cada mês e, com a reta final das obras, as próximas serão as últimas turmas. Para se inscrever, basta ligar para telefone 0800-0210620.

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Por que é tão grande?

Muita gente se pergunta qual o motivo de a ponte estaiada do metrô ter aquele tamanho. A altura dela diz respeito ao dimensionamento da sua própria estrutura. Construída para ligar os túneis escavados em rocha no Morro do Focinho do Cavalo à Estação Jardim Oceânico, na Barra, ela foi projetada desta maneira para preservar a circulação de veículos nas ruas localizadas debaixo dela: a Estrada da Barra da Tijuca e a ponte nova do Itanhangá.

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Há outro detalhe importante no projeto desta ponte: não há fundações dentro do canal da Barra da Tijuca, o que preserva o ecossistema e a navegabilidade de embarcações. Justamente por isso, o modelo estaiado – bastante utilizado na engenharia moderna – foi escolhido: são 26 conjuntos de cabos de aço (estais) para dar conta de 320 metros de extensão da construção, com rampa e curva, como não existe no país.

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Esta é a primeira ponte estaiada para metrô no Rio de Janeiro e tem dois pilares de 72 metros de altura. Suas dimensões são necessárias para suportar esforços e tensões da própria estrutura e também durante a passagem dos trens. Embora chame atenção por seu tamanho, há outras pontes estaiadas ainda maiores, como a do Fundão, por exemplo, que tem pilares com 90 metros de altura. Em São Paulo, os pilares da ponte Octávio Frias de Oliveira têm 138 metros.

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Veja como foi o encontro de túneis

Depois de percorrer 3.620 metros sob os bairros de Ipanema e Leblon, instalando 1.790 anéis de concreto (aduelas) que formam os túneis na Zona Sul, o Tatuzão chegou à ‘caverna’. Este foi o ponto exato – debaixo da região do Alto Leblon – onde o túnel construído pelo equipamento alemão se conectou aos túneis escavados a partir da Barra da Tijuca.

Construído sob medida para operar no subsolo carioca, formado por rocha e areia, o Tatuzão finalizou a escavação no último dia 10 de abril. Desta forma, os túneis do eixo Barra – Ipanema estão completamente abertos. Veja como foi o rompimento da última parede de rocha:

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Obras estão 92,5% concluídas

Morador de Queimados, na Baixada Fluminense, o segurança Jonathan de Morais, de 31 anos, acompanha de perto os avanços das obras de implantação do metrô na Barra da Tijuca. A Linha 4 do Metrô chega a 92,5% de conclusão e será inaugurada em julho. Daí a expectativa de Jonathan: a Estação Jardim Oceânico ficará bem pertinho do shopping onde ele trabalha, reduzindo seu tempo de deslocamento.

“Saio de casa às 4h30, para estar às 7h na Barra. Pego dois ônibus e enfrento muito trânsito na Avenida Brasil e na Linha Amarela. Tenho mais uma caminhada de quase 20 minutos até o trabalho. Com o metrô, vai ser um adianto!”, comemora.

Jonathan gasta hoje mais de duas horas de casa até o trabalho

Jonathan gasta hoje mais de duas horas de casa até o trabalho

Com a inauguração da Linha 4, Jonathan pretende pegar o metrô na Central do Brasil e descer na “porta” do trabalho. “Hoje, chego em casa quase 23h e não é todo dia que vejo minha filhinha pequena acordada. Isso vai mudar”, avalia.

Todas as cinco estações que estarão em operação antes dos Jogos Olímpicos (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, São Conrado e Jardim Oceânico) estão em fase de acabamento e já contam com acessos de passageiros, piso de granito, pastilhas decorativas e painéis artísticos instalados. As escadas rolantes e elevadores também estão em testes em algumas estações. Todas elas foram construídas de forma a garantir a acessibilidade dos passageiros, inclusive com rampas.

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Antero de Quental: mezanino está pronto e recebe piso

Após finalizarem a construção do mezanino da Estação Antero de Quental, no Leblon, área onde haverá distribuição de passageiros em direção à Barra da Tijuca ou Centro/Zona Norte, os colaboradores focam sua dedicação aos acabamentos deste andar.

Colocação de piso nas escadas de acesso às plataformas

Colocação de piso nas escadas de acesso às plataformas

Além da colocação do piso, estruturas metálicas de suporte às placas de cerâmica coloridas já estão sendo fixados. As escadas também recebem acabamento. Há montagem ainda de um elevador e escada rolante. A via permanente, por onde passarão os tens, segue em construção.

Esta estação terá dois acessos na praça: um pela Avenida Bartolomeu Mitre e outro na Rua General Urquiza, esquina com Avenida Ataulfo de Paiva. Neste último, luminárias definitivas já estão instaladas e, inclusive, em funcionamento.

Acessos de passageiros estão em fase de acabamento

Acesso de passageiros está em fase de acabamento

A futura estação receberá cerca de 35 mil usuários por dia. O tempo de viagem entre Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, e Antero de Quental será de pouco mais de 9 minutos. Já para ir ao Centro partindo do Leblon, o passageiro levará 23 minutos.

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Linha do tempo: Estação Jardim Oceânico

Dando continuidade à série “Linha do tempo”, o engenheiro Tomaz Jimenez conta como foi a evolução das obras da Estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca. Multimodal, esta estação estará conectada ao terminal do sistema BRT e terá outros dois acessos de passageiros, beneficiando mais de 91 mil pessoas por dia, quando estiver em funcionamento.

Durante as obras, por causa do lençol freático a apenas dois metros da superfície, foi preciso manter 400 bombas hidráulicas em funcionamento, para permitir a escavação e o trabalho dos colaboradores. Em fase de acabamento, a estação já tem trilhos em sua extensão, painéis artísticos, escadas rolantes e elevadores em testes e o “céu estrelado”, solução arquitetônica que privilegia a iluminação natural na área de circulação de passageiros.

Confira!

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Caminho aberto entre Barra e Ipanema

Tatuzão concluiu a escavação dos túneis

Os túneis da Linha 4 do Metrô entre a Barra da Tijuca e Ipanema estão completamente escavados. O Tatuzão – equipamento alemão que constrói os túneis do metrô na Zona Sul do Rio – rompeu a última parede em rocha sob o Alto Leblon na manhã deste domingo (10/4) e, com isso, ligou as zonas Sul e Oeste da cidade. Nesta etapa, a máquina percorreu 3.620 metros e instalou 1.790 anéis de concreto que formam os túneis.

Crédito Divulgação Linha 4.Kaptimagem

Neste trecho, falta instalar apenas um quilômetro de trilhos; outros 22 km já foram colocados. Agora, o equipamento será posicionado e preparado para reiniciar a escavação até a Gávea no segundo semestre, após a inauguração do trecho entre Barra e Ipanema, em julho deste ano.

Cerca de 100 pessoas, inclusive estrangeiros, trabalham por turno na máquina. Construído sob medida para operar no solo carioca – uma mistura de rocha, areia e água – este é o maior Tatuzão utilizado na América Latina. O equipamento tem 11,5 metros de altura, o equivalente a um prédio de quatro andares, e pesa 27 mil toneladas. O equipamento escava a 12 metros de profundidade, sempre pelo leito das ruas, minimizando o impacto das escavações para o entorno.

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