Galeria de arte recebe obras feitas por alunos do Projeto Pescar

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No último sábado (27/09), foram expostos na galeria de arte ‘És uma maluca’, em Vila Isabel, trabalhos artísticos feitos por estudantes do Projeto Pescar, iniciativa da Linha 4 do Metrô que oferece a jovens da Rocinha capacitação profissional e cidadania. Os alunos se aproximaram do universo artístico por meio de aulas de história da arte, desenho e pintura oferecidas por artistas plásticos voluntários no Consórcio Construtor Rio Barra (CCRB).

Foram cinco encontros na oficina voluntária de História da Arte, sob coordenação do artista Paulo Victor Alcântara Martins, um dos responsáveis pela galeria És uma Maluca. A proposta para o trabalho final era de escolher um artista e produzir sua própria obra, levando em conta tudo o que aprendeu. Entre as inspirações, Salvador Dalí, Picasso, Romero Britto e até Damien Hirst, um artista e colecionador de arte inglês, famoso pelas telas abstratas de pontos com cores.

Confira as fotos da exposição: http://bit.ly/1vx4Io4

Quer saber mais sobre o Projeto Pescar? Veja o vídeo:

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Primeiro trem da Linha 4 do Metrô é entregue na China

Em meados de 2015, as 15 composições da nova linha já estarão operando em fase de testes no metrô carioca

O primeiro dos 15 trens da Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) foi oficialmente entregue ao Governo do Estado do Rio nesta segunda-feira (29/09/14) na fábrica da Changchun Railway Vehicles Co, localizada na cidade de Changchun, na China. A composição embarca no próximo dia 15 com destino ao Porto do Rio, onde está prevista para chegar em dezembro.
 
O subsecretário de Projetos Especiais da Casa Civil, Rodrigo Vieira, acompanhou os últimos testes dinâmicos e de locomoção do trem e vistoriou outras três composições da Linha 4 que já estão na linha de produção.
 
“Em meados de 2015, um ano antes da Linha 4 do Metrô entrar em operação, esses 15 novos trens já estarão rodando em fase de testes no sistema metroviário do Rio”, afirma Rodrigo Vieira. 
 
Os novos trens têm maior espaço interno, seguindo padrões internacionais. Os bancos, dispostos de forma longitudinal, oferecem mais espaço aos passageiros. As composições têm ar-condicionado 33% mais potente – a temperatura média dentro dos vagões é de 23 graus, impulsionados por 336 mil BTUs, o equivalente a 33 aparelhos de ar-condicionado de 10.000 BTUs ligados ao mesmo tempo em cada trem. Câmeras no interior de todos os carros transmitirão imagens para a cabine do condutor e para o centro de controle de tráfego da concessionária, garantindo mais segurança nas viagens.
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Moradores do Leblon participam da primeira visita guiada à Estação Antero de Quental

No último domingo (28/09), moradores do Leblon puderam conferir de perto a evolução das obras da Linha 4 do Metrô na Estação Antero de Quental. A primeira visita ao canteiro, aprovada pelos participantes, mostrou que a laje de cobertura (teto) já está construída e a escavação dos dois acessos de usuários, finalizada. A partir de 2016, cerca de 35 mil pessoas vão utilizar a estação todos os dias.

Enquanto os profissionais do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô entre Ipanema e Gávea, impermeabilizam a laje de cobertura da estação, o movimento no subterrâneo continua acelerado. Os acessos de passageiros foram escavados e agora a saída voltada para a Rua General Urquiza recebe as armações e concretagem. Do outro lado da praça, a laje do nível de acesso dos passageiros que vão embarcar pela Avenida Bartolomeu Mitre está em construção. Quando a nova linha estiver em funcionamento, a viagem entre  Leblon e Carioca será de 24 minutos. Até a Estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, o tempo será de 9 minutos.

Confira o vídeo da visita:

Visita guiada

Tem curiosidade em conhecer de perto as obras da Linha 4 do Metrô em Ipanema e no Leblon? O Governo do Estado do Rio e o Consórcio Linha 4 Sul reservam o último domingo de cada mês para receber visitantes nas obras. Os interessados devem se inscrever pelo 0800-0210620 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h) ou ir até as Centrais de Atendimento à Comunidade, próximas aos canteiros, em Ipanema e no Leblon (veja abaixo os endereços).

Centrais de Atendimento à Comunidade:

Leblon: Praça Antero de Quental (Rua Bartolomeu Mitre)

Avenida Ataulfo de Paiva (esquina com a Rua Jerônimo Monteiro)

Ipanema: Jardim de Alah

Praça Nossa Senhora da Paz (Rua Visconde de Pirajá)

Rua Barão da Torre (próximo à Rua Farme de Amoedo)

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O Globo: História de ‘Zé Ninguém’, será contada por grafiteiro em Ipanema

 

 

A ponte que liga Leblon e Ipanema, construída sobre o canal do Jardim de Alah, ganha até amanhã desenhos do grafiteiro Tito. A arte é feita nos tapumes da Linha 4 do Metrô, e deve ficar pronta até amanhã. Na foto acima você vê como está o início do trabalho do artista, que é de Nova York e mora no Brasil desde 2001.

Foi Tito quem criou o personagem Zé Ninguém, que pode ser visto em vários outros pontos da cidade, sempre procurando por Ana, seu grande amor. Tito também pintou uma pilastra próxima à Rodoviária Novo Rio (veja abaixo), em que Zé Ninguém diz: “Ana, meu amor, tô no Rio para te achar”.

A história do personagem virou livro que será lançado em novembro. Nos tapumes de Ipanema, Tito vai grafitar pela primeira vez o encontro de Zé com Ana. “É a única que vez que eles vão se encontrar, com o Cristo ao fundo num visual lindo do Rio”, diz Tito.

Fonte: coluna Gente Boa – O Globo

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Sábado é dia de exposição do Projeto Pescar

Exposição do Projeto Pescar,  iniciativa da Linha 4 do Metrô que oferece a jovens da Rocinha capacitação profissional e cidadania, acontece neste sábado (27/09), no atelier És Uma Maluca.

Confira:

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Estação Jardim Oceânico, na Barra, está 100% escavada

Das seis estações da Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) no Rio de Janeiro, esta é a terceira a finalizar este tipo de serviço

Na futura Estação Jardim Oceânico, os colaboradores da Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) concluíram as escavações no corpo da estação e já constroem plataformas de passageiros e salas técnicas, próximo ao “mergulho”, trecho inclinado que se ligará à ponte estaiada, por onde os trens vão chegar e deixar a estação, a partir do primeiro semestre de 2016. Das seis estações da Linha 4, um projeto do Governo do Estado do Rio de Janeiro, esta é a terceira a finalizar este tipo de service: as estações São Conrado e Nossa Senhora da Paz também estão completamente escavadas.
Na Barra da Tijuca, ainda há atividades de armação e concretagem da laje de fundo e a construção do rabicho de 350 metros, o que vai permitir futura expansão da linha em direção ao Recreio.

A Estação Jardim Oceânico terá três acessos na Avenida Armando Lombardi e dois já estão interligados à estação. O acesso Lagoa, na pista sentido Recreio, fica entre a Unimed e a antiga Drogasmil. Já o acesso Mar, no sentido Zona Sul, está próximo à esquina da Rua Fernando de Matos. O terceiro será na área de conexão da Estação Jardim Oceânico com a TransOeste, para receber os passageiros do sistema BRT.

Para construir a Estação Jardim Oceânico, às margens da Lagoa da Tijuca, foi necessário rebaixar o lençol freático, que fica a apenas dois metros de profundidade naquela região. Por isso, aproximadamente 400 bombas hidráulicas funcionam dia e noite, permitindo o trabalho no canteiro. Para garantir a impermeabilização da estação e dos acessos de passageiros, toda a estrutura de concreto foi revestida por uma manta especial, técnica moderna e segura que também foi usada nas fundações do Ground Zero, edifício construído no local do World Trade Center, em Nova York. Esse material é internacionalmente reconhecido pela sua durabilidade e resistência à umidade e aos altos níveis de salinidade. Depois que a obra terminar, os equipamentos serão desligados e o lençol freático subirá normalmente sem impactar a estação.

A partir do primeiro semestre de 2016, o tempo de viagem entre a Barra da Tijuca e Ipanema será de 13 minutos. Para Botafogo, o passageiro levará 23 minutos e, até o Centro serão 34 minutos. A viagem até a Estação Uruguai será de 50 minutos. Aqueles passageiros que vieram da Pavuna para a Barra vão levar 1h20, com transbordo na Estação General Osório. Hoje, este trajeto com metrô e integração fica em 2h20.

Mais de 300 mil pessoas vão usar a Linha 4 do Metrô

​A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca—Ipanema) é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa. Serão seis estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz) e aproximadamente 16 quilômetros de extensão. A Linha 4 do Metrô entrará em operação no primeiro semestre de 2016, após passar por uma fase de testes. Será possível ir da Barra a Ipanema em 15 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos. Os usuários poderão ainda deslocar-se da Pavuna até a Barra, por exemplo, pagando apenas uma tarifa.

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BiciRio: coordenador de engenharia da Linha 4 palestra sobre a relação de uma megaobra com as ciclovias

“Linha 4 do Metrô: a relação de uma megaobra urbana com as ciclovias da cidade do Rio de Janeiro” foi o tema da palestra do coordenador de engenharia do Consórcio Linha 4 Sul, engenheiro Júlio Pierre, no 4° Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta (biciRio 2014). O evento, que teve apoio da Concessionária Rio Barra, responsável pela implantação da Linha 4 do Metrô, integra a Semana do Dia Mundial Sem Carro, realizada entre os dias 21 e 23 de setembro.

Júlio destacou a afinidade entre o metrô e a bicicleta. Foram apresentadas iniciativas implantadas pela Linha 4, como a revitalização de 1,5Km da ciclovia de Botafogo, os 53 bicicletários instalados no Leblon e em Ipanema, com mais 200 vagas para bicicletas, e o incentivo ao uso das ‘magrelas’ também entre os colaboradores da obra, com bicicletários dentro dos canteiros.

O engenheiro lembrou ainda que as seis futuras estações da Linha 4 do Metrô terão cerca de 300 vagas para bicicleta nos acessos de passageiros, promovendo a integração com o modal.

“Adaptamos as posições das ciclovias e dos bicicletários para que a obra fosse feita com segurança, mantendo a mobilidade usando este tipo de modal. Esta foi a intenção de planejar a obra dentro de um centro urbano densamente povoado que é Ipanema e Leblon”, explica o coordenador de engenharia do CL4S, Júlio Pierre.

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Privilegiando conceitos sustentáveis, metrô terá estações ‘verdes’ na Barra e em São Conrado

Futuras instalações preveem claraboias para captar luz natural e telhado gramado integrado à paisagem

O projeto da estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca: elevação em forma de onda e telhado “verde” - Divulgação

O projeto da estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca: elevação em forma de onda e telhado “verde” – Divulgação

RIO — Enquanto as obras da Linha 4 do metrô avançam para ser entregues antes dos Jogos Olímpicos, os projetos de construção das estações de São Conrado e Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, também já foram definidos, na semana passada, pelo consórcio construtor Rio Barra (CCRB), privilegiando, segundo a empresa, conceitos sustentáveis. Em São Conrado, por exemplo, os acessos de passageiros, na Estrada da Gávea, em frente a um supermercado e próximo à favela da Rocinha, vão ganhar claraboias, de 16 metros de diâmetro cada, sobre as áreas das bilheterias e catracas. Pelo teto envidraçado, a luz solar poderá iluminar o espaço a 16 metros de altura.

A futura estação no Jardim Oceânico também terá o conceito “verde”, com a área externa integrada ao novo desenho paisagístico da região. De acordo com o projeto, haverá um canteiro central na Avenida Armando Lombardi, que cobrirá toda a extensão da estação do Jardim Oceânico. No trecho em frente a uma clínica, haverá uma elevação, no formato de onda, com cinco metros de altura, 68 de comprimento e 12 de largura, com janelas de vidro e fendas nas laterais, que permitirão a passagem do ar para dentro da estação. O teto verde terá grama e plantas.

— A ideia inicial para a estação do Jardim Oceânico, que ficará no meio da Avenida Armando Lombardi, era se construir uma pirâmide, como no Museu do Louvre, em Paris. Mas acabamos optando por uma estrutura mais simples. O importante é que, assim como a pirâmide do museu francês, toda a estrutura lateral será em vidro, privilegiando a luz natural. No nosso caso, a estação também terá abertura de ar. Em São Conrado, foi possível instalar claraboias para aproveitar a luz do dia — explica o arquiteto Heitor Lopes de Sousa Jr., diretor de Engenharia da RioTrilhos, autor da ideia.

MENOS LÂMPADAS ACESAS

Para o arquiteto, a construção permitirá economia de energia elétrica, já que menos luzes vão ficar acesas durante o dia. Além disso, a ventilação no interior das estações não precisará ser tão potente.

— Ainda não há cálculo que mostre a redução, mas a economia será significativa. Em dias de muito sol, não será necessário ter sequer luzes acesas, tanto em São Conrado, como na Barra. No Jardim Oceânico, onde haverá entradas de ar, os ventiladores poderão ser menores que nas outras estações. A sensação de confinamento será bastante amenizada. O teto elevado permite que a luz natural penetre no interior e estabeleça uma integração com o ambiente externo — acrescenta ele.

Segundo o consórcio, desde o início das obras, cerca de 196 milhões de litros de água foram tratados e reaproveitados (o que daria para abastecer mais de 18 mil casas por um mês). Além da água, todo o resíduo de óleo usado das obras tem destinação ambientalmente adequada. Entre maio de 2010 e julho de 2014, a Linha 4 destinou à reutilização mais de 45,3 mil litros de óleos lubrificante e vegetal.

O especialista em soluções sustentáveis, Chicko Souza, diz que cada vez mais as novas construções privilegiam conceitos de sustentabilidade porque, a longo prazo, o retorno financeiro é maior:

— A percepção de adaptar projetos para atender padrões de sustentabilidade está prevalecendo. A obra é mais cara do que uma tradicional, mas há retorno, pois é possível reutilizar materiais durante a construção, e o custo de manutenção fica menor.

IMÓVEIS EM ALTA PERTO DAS GARES

Os moradores de Ipanema e Leblon ainda estão suportando transtornos com as obras, mas já é possível perceber os benefícios que o metrô trará à região, por meio da valorização dos imóveis situados perto de onde ficarão as estações. Pesquisa inédita do Sindicato de Habitação do Rio de Janeiro (Secovi) mostra que ruas próximas às estações tiveram valorização do metro quadrado bem superior à média dos próprios bairros e do mercado em geral.

Enquanto o metro quadrado no Leblon e em Ipanema subiu em média 6%, perto das futuras estações a valorização foi forte: na comparação entre agosto passado e o mesmo mês em 2014, os imóveis nas ruas próximas à Praça Antero de Quental valorizaram 16,6% (de R$ 19.517 para R$ 22.747, o metro quadrado). No Jardim de Alah, o metro quadrado saltou de R$ 18.393 para R$ 20.822 (13,2%). Na Praça Nossa Senhora da Paz, a valorização foi de 12% ( de R$ 24.430 para R$ 27.371).

Fonte: O Globo

 

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O Globo: consórcio da Linha 4 reformará ciclovia de Botafogo

RIO – O Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) entre Ipanema e Gávea, terminará até o fim de setembro as obras de revitalização de uma das principais ciclovias de Botafogo. Quem costuma pedalar pela ciclovia, que passa pelo Cemitério São João Batista, na Rua General Polidoro até a Rua Voluntários da Pátria, vai perceber o asfalto novo, a pintura recuperada e reforço na sinalização, inclusive com placas novas. A ciclovia passa pela Rua Professor Álvaro Rodrigues e segue até bem próximo da Praia de Botafogo.

A iniciativa da Linha 4 do Metrô é uma tentativa de estimular o uso da bicicleta como meio de transporte para curtas distâncias. Na Praça Nossa Senhora da Paz — que esteve totalmente fechada para a construção da futura estação que funcionará no local, mas teve 46% de seu espaço reaberto ao público no final de julho, quando a área de tapumes foi reduzida —, o consórcio colocou 2 novos bicicletários com 12 vagas.

Ao todo, são 63 bicicletários instalados entre Ipanema e Leblon, em parceria com a prefeitura do Rio, desde o início das obras na Zona Sul. Só na Avenida Ataulfo de Paiva, são 29. Há também pontos de estacionamento para as magrelas na orla e em locais de grande movimento, próximo a cinemas, shoppings, edifícios comerciais, restaurantes e galerias. Os equipamentos foram desenhados no formato de “R”, de Rio.

Fonte: O Globo

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Linha 4 do Metrô revitaliza a ciclovia de Botafogo

Quem costuma pedalar entre as ruas General Polidoro e Voluntários da Pátria, em Botafogo, vai se deparar com uma nova ciclovia até o fim do mês. O Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô entre Ipanema e Gávea, está revitalizando a faixa. Além do novo asfalto, a pintura foi recuperada e houve reforço na sinalização. A obra, um pedido da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, será finalizada ainda em setembro.

Confira no mapa o trecho da ciclovia que está sendo reformada entre as ruas General Polidoro e Voluntários da Pátria:

 

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