Saiba como foi a montagem do monumento a Pinheiro Machado

Símbolo da Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, o monumento a Pinheiro Machado – político influente da República, eleito senador em 1889 – foi remontado pelo Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô no bairro, como em um verdadeiro quebra-cabeça. Com mais de 400 peças de granito de até três toneladas, a remontagem ocorreu na vertical, por camadas, com uso de guindaste e o auxílio de um mapa que identificava cada peça e sua localização.

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Isso porque, ao ser desmontado, o monumento – inaugurado em 1931 – teve suas peças numeradas, fotografadas e catalogadas, conforme orientação do Instituto Rio Patrimônio Histórico (IRPH). O material foi cuidadosamente armazenado em um galpão e a remontagem também seguiu processo definido pelo IRPH. O processo durou cerca de 90 dias e a escultura foi o último item colocado.

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Depois disso, os colaboradores do consórcio fizeram a limpeza das peças, deixando tudo pronto para a inauguração da Praça Nossa Senhora da Paz, no último dia 28 de maio.

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Praça Nossa Senhora da Paz é devolvida à população

A Praça Nossa Senhora da Paz, no coração de Ipanema, foi devolvida à população, neste sábado, dia 28 de maio, com atividades para crianças e apresentações do grupo de teatro infantil Fabuloso Quintal de Histórias e da Banda de Ipanema. Durante toda a manhã, a praça ficou cheia. Com a conclusão das obras da Estação Nossa Senhora da Paz, todos estavam ansiosos para ver como a praça ficou.

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O casal Maria Alice e José Paulo Ramagem, de 80 e 87 anos, caminharam pela praça relembrando os 53 anos de casados e toda uma vida no bairro. Maria Alice viveu com os pais em uma antiga chácara em frente à praça e estava feliz com a reabertura do espaço e a chegada do metrô. O marido também ficou satisfeito.

“Nos conhecemos em Ipanema e esta praça é muito querida. Achei que ficou mais bonita que no meu tempo de garoto. Continua arborizada e está cheia de vida outra vez” afirmou José Paulo.

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O espaço é tombado e foi entregue conforme orientação do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). O Consórcio Linha 4 Sul instalou novos brinquedos de madeira, em substituição aos antigos brinquedos de ferro.

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Há bancos e bicicletários novos e iluminação reforçada. Durante as obras, 75,6% das árvores existentes na praça permanecem intactas. As espécies que precisaram ser transplantadas retornaram aos seus locais de origem e aquelas que, devido às características, não puderam ser cultivadas fora da praça, foram substituídas por novos exemplares. Houve ainda novos plantios de árvores. O monumento a Pinheiro Machado, que foi restaurado, também voltou ao local original da praça.

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A reabertura da praça foi possível devido à conclusão das obras civis e dos serviços de acabamento da Estação Nossa Senhora da Paz da Linha 4 do metrô. Agora, a estação segue com a finalização da instalação de sistemas e dos testes operacionais.

O aposentado Irineu Francisco, de 58 anos, levou sua cadelinha Virinha para aproveitar o novo espaço destinado aos cães. “A praça ficou bonita. Foi restaurada e não perdeu suas características. Frequentava diariamente com a minha cachorra e estava com saudades”, disse ele.

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O cirurgião dentista Marcelo Lacerda, de 48 anos, passava de bicicleta e não resistiu: “Como morador, acompanhei as obras e estava aguardando a reabertura da praça, que está muito bonita. Agora, estou ansioso para utilizar a nova linha de metrô”, comentou.

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Saiu na imprensa: iluminação da ponte estaiada terá efeito de harpa

As noites da Barra da Tijuca terão uma luz diferente, a partir da inauguração da Linha 4 do Metrô. Contemplada com um dos últimos projetos do artista das luzes Peter Gasper, falecido em maio de 2014, a ponte estaiada da nova linha metroviária terá uma decoração cênica, que trará leveza à chegada ao bairro.

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Com tons de branco, o detalhe está na temperatura das cores: fria, mais branca, quase azulada, ou quente, que será mais amarelada. Já na operação, a iluminação poderá ficar estática ou em movimento, com efeito que lembrará as cordas de uma harpa.

Os testes foram feitos de forma escalonada e a iluminação da ponte já está em sua configuração final: nos últimos dias, a decoração cênica da ponte estaiada tem sido acesa por completo, para os últimos ajustes. Ao longo da estrutura, para iluminar os 26 conjuntos de cabos de aço (estais), há 120 projetores distribuídos e fixados à ponte. A iluminação será feita de baixo para cima. Os dois pilares também têm refletores no seu contorno.

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As lâmpadas têm tecnologia LED, com maior economia e durabilidade. A instalação ocorreu entre os meses de março e abril. Os colaboradores fizeram a montagem de 1.500 metros de fitas com lâmpadas LED para a iluminação das placas laterais na cor branca. A via permanente, por onde os trens vão passar, terá iluminação especial para dar destaque à passagem das composições. Em toda a extensão da ponte, a cor azul vai refletir nos vagões.

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Peter Gasper também foi responsável pela iluminação do Cristo Redentor, quando o monumento completou 80 anos, e do Planalto Central, além da Missa para o Papa João Paulo II no Aterro do Flamengo e do show de Frank Sinatra, no Maracanã, ambos em 1980.

Veja o vídeo publicado pelo Globo Online:

http://oglobo.globo.com/rio/nova-iluminacao-da-ponte-estaiada-da-barra-da-tijuca-tera-efeito-de-harpa-19375485

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Primeiro carro do metrô percorre Linha 4

Com a conclusão da instalação de trilhos em toda a extensão da Linha 4 do Metrô, entre Barra da Tijuca e Ipanema, o primeiro carro do metrô percorreu, no último domingo, dia 22, o chamado eixo olímpico da nova linha.

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Puxado por um trackmobil, caminhão adaptado para circulação sobre trilhos, o carro do metrô partiu da Estação General Osório, em Ipanema, e passou pelas estações Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, São Conrado e Jardim Oceânico, cruzando a ponte estaiada. Os testes foram feitos nos dois sentidos, ainda sem a energização das vias.

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Que venha o trem!

Colaboradores do Consórcio Linha 4 Sul finalizaram no último sábado, dia 21, a instalação dos trilhos da Linha 4 no trecho final escavado pelo ‘Tatuzão’, sob o Alto Leblon. Entre a Barra da Tijuca e Ipanema, o chamado eixo olímpico, a nova linha tem trilhos em toda a sua extensão, totalizando 26 quilômetros de trilhos instalados. Na reta final das obras de implantação da Linha 4, a execução dos serviços chega a 95% de conclusão.

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Barra da Tijuca: Estação Jardim Oceânico na etapa final

A Estação Jardim Oceânico, em fase final de acabamento, já está quase como o passageiro irá encontrá-la. Nas paredes, placas de cerâmica em tons de amarelo resguardam as fiações dos sistemas elétricos e operacionais da estação, que estão sendo testados.

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Na área de circulação dos passageiros, serão quatro painéis artísticos, dois feitos com azulejos pintados, que retratam animais silvestres típicos da região, e outros dois em mosaicos coloridos, que valorizam os esportes náuticos e o estilo de vida ao ar livre da Barra. As roletas já foram instaladas e as bilheterias estão prontas.

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No acesso de passageiros conectado ao terminal do BRT, a escada rolante e o elevador estão montados e em testes. O terminal já ganhou piso de granito no andar de embarque e estrutura metálica.

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Linha do tempo: Estação Nossa Senhora da Paz

Uma estação de metrô no coração de Ipanema. No final de 2012, as obras da Estação Nossa Senhora da Paz tiveram início, no subsolo da praça, em um terreno composto por água e areia. Neste vídeo, o engenheiro Wedson Tonon conta como foi – ano a ano – a execução deste projeto, desde a escavação, passando pela concretagem dos andares da estação, até a fase de acabamentos.

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Time Linha 4 é medalha de ouro

Eles se dedicam em prol de um objetivo maior. Suam a camisa, carregam peso, trabalham bastante para alcançar bons resultados. São colaborativos, têm espírito de equipe, esmero e foco. Há esforço sim. Mas não é maior que o orgulho. O time Linha 4 tem atualmente cerca de sete mil colaboradores, vindos de 23 dos 26 estados brasileiros e até do exterior.

Para vestir o uniforme, quase sempre ganham um apelido. E assim são conhecidos pelos canteiros de obra. O capacete pode ser azul, amarelo, preto, verde ou vermelho. E branco, dependendo da função. São símbolos da vitória desta cidade olímpica, marco para um novo momento, principalmente no que diz respeito à mobilidade. Os colaboradores do time Linha 4 merecem medalha de ouro! Eles tiram do papel um empreendimento que vai beneficiar e unir o Rio, integrar regiões e levar qualidade de vida a milhares de cidadãos. Conheça a história de alguns deles:

Antônio Pereira da Silva, 56 anos – encarregado de solda

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Antônio nasceu no Piauí e chegou ao Rio em 1999, em busca de uma vida melhor. Acostumado com o ambiente de obras, ele integrou a equipe de operários na reforma do Estádio do Maracanã e hoje trabalha na futura Estação Jardim de Alah, no Leblon. Cheio de histórias para contar, lembra animado que foi escolhido para dar o primeiro chute no jogo inaugural do novo Maracanã, tocando a bola para Ronaldo Fenômeno. Antônio também participou da construção das estações de metrô Siqueira Campos, Cantagalo e General Osório. “Entrei para construir e saí de lá andando de metrô. Quero que isso se repita agora, porque tenho muito orgulho de fazer parte de novo de um projeto importante para a cidade”, conta Antônio.

Edmilson Pinto Silva, 49 anos – mestre de obra

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Baiano de Feira de Santana, Edmilson se inspirou no orgulho que sentia do pai, que também trabalhava em construção civil. Ao longo da sua vida pelos canteiros, construiu metrô em São Paulo e Salvador. Esta é sua segunda passagem pelo Rio: há 20 anos trabalhou na construção da Linha Amarela. Desta vez, trouxe a esposa para acompanhá-lo durante a execução da Linha 4 e ficou ainda mais encantado pela
cidade quando sua filha nasceu, há um ano. “Minha maior alegria é ver pronto o que eu comecei do nada. É ver as pessoas admirando e se beneficiando de algo que eu fiz”, conta, orgulhoso. “Fiz muitos
amigos aqui e fico feliz de participar de um projeto que vai trazer tantos benefícios para a população do Rio”.

Antônio Lustosa de Oliveira, 46 anos – operador de guindaste

p 8 e 9 Antônio Lustosa

“Tenho amigos de todo o Brasil”, diz Antônio, conhecido como Faísca. Piauiense, montou casa em São Paulo para a família, mas se muda para onde tem obra: gasoduto em Manaus, barragens de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, ponte em Roraima e estrada em Santa Catarina. Antes da Linha 4, atuou no Rodoanel paulista e no Porto de Sepetiba, sempre com máquinas pesadas. “Saí do Piauí assim que fiz 18 anos. Queria estudar, sonhava com uma vida melhor da que eu levava no Nordeste, mas não deu”, conta ele. “Conheci um canteiro de obras como ajudante e hoje estou satisfeito com minha profissão. Gosto do que faço e tenho orgulho, porque é desta forma que pago a faculdade particular para o meu filho estudar engenharia civil. Ele está no terceiro ano já”.

Gabriel Guerreiro Ventura, 27 anos – técnico de segurança do trabalho

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Ao concluir o ensino médio, a dúvida do que faria da vida acertou Gabriel em cheio. Sem possibilidades de iniciar imediatamente a faculdade, um curso técnico seria boa opção, o que o levou às pesquisas sobre áreas de interesse. Foi assim que descobriu a segurança do trabalho, onde identifica riscos, faz treinamento com colaboradores e palestras de conscientização. Gabriel esteve nas obras das pontes estaiadas da Ilha do Governador, onde passa o BRT, e do Fundão. Há quase três anos, trabalha na ponte
estaiada da Linha 4, alimentando o sonho de se tornar engenheiro. “Gosto muito de obras e fico orgulhoso de trabalhar em um projeto grandioso, que vai beneficiar milhares de pessoas, cuidando de quem está aqui construindo isso tudo”, diz Gabriel. “Na obra, fiquei ainda mais apaixonado por construção”.

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Estações e ponte ganham iluminação definitiva

Restam só 6% dos serviços para a conclusão das obras da Linha 4 do Metrô e as estações, em fase de acabamento, já apresentam muitos dos elementos que os passageiros vão encontrar, quando a nova linha estiver em operação.

Este mês, a nova iluminação deu mais destaque aos acessos e áreas de circulação de passageiros das estações Nossa Senhora da Paz e Antero de Quental. Em São Conrado, a iluminação definitiva também já foi colocada e testada.

Acessos de passageiros

Acessos de passageiros nas estações

Painel da Estação Nossa Senhora da Paz

Painel da Estação Nossa Senhora da Paz

Além dos acessos em vidro, piso de granito, pastilhas decorativas e painéis artísticos, há rampas, piso tátil e elevadores, para garantir a acessibilidade de todos os passageiros.

Já na ponte estaiada, que liga os túneis escavados em rocha à Estação Jardim Oceânico, a instalação de toda a infraestrutura da parte elétrica foi finalizada, com passagem de cabos, tubos e eletrodutos. Agora, os colaboradores instalam fitas LED para iluminação das placas laterais da ponte. São 1.500 metros de fita, em tons de branco e azul. Assinada pelo artista das luzes Peter Gasper, a iluminação cênica também está em testes.

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#VouDeLinha4

A população está na expectativa para começar a utilizar a Linha 4 do Metrô: o novo trecho vai unir o Rio, integrar regiões e levar mais qualidade de vida a milhares de cidadãos. Além de contribuir para a fluidez no trânsito, retirando das ruas 2 mil veículos por hora no horário de pico, a Linha 4 vai trazer ao passageiro economia de tempo no deslocamento na cidade.

Estação Nossa Senhora da Paz

Severino Alves, 74 anos, gerente da Padaria de Ipanema

Severino Alves

“A Linha 4 do Metrô vai melhorar muito a locomoção dos funcionários aqui da padaria, já que a Estação Nossa Senhora da Paz será quase em frente ao nosso comércio. Nós temos muitos funcionários que moram na Rocinha e na Zona Norte. Com certeza eles usarão o metrô para vir e voltar do trabalho com mais qualidade.”

Estação Jardim de Alah

Maria das Neves, 52 anos, dona de casa

Maria das Neves

“Meu marido trabalha como porteiro aqui no Leblon. Minha filha estuda em Botafogo. Moramos na Rocinha e seremos privilegiados por ter uma estação perto da comunidade. Essa semana, minha filha pegou tanto trânsito para ir à escola, de ônibus pelo Jardim Botânico, que perdeu a primeira aula. O metrô vai evitar essa perda de tempo no engarrafamento. E meu marido não vai ter desculpa para chegar tarde em casa.

Estação Antero de Quental

Leda Ruiz, 69 anos, aposentada

Leda Ruiz

“Abri mão do carro porque não aguentava mais o trânsito. Por enquanto, ando de táxi, mas moro na Rua General Urquiza, no Leblon, e estou ansiosa pela inauguração da Linha 4 porque vou sair para dançar usando o metrô”.

Estação São Conrado

Lucy Justen, 74 anos, aposentada

Lucy Justen

“Em São Conrado existe uma dificuldade de mobilidade e com a chegada do metrô certamente ficaremos menos tempo no trânsito. Sou moradora do bairro há 27 anos e já fiquei mais de 40 minutos entre Leblon e São Conrado. Com a Linha 4, vou fazer este mesmo trajeto em menos de 10 minutos.”

Estação Jardim Oceânico

Jonathan de Morais, 31 anos, segurança

Jonathan de Morais

“Moro em Queimados e saio de casa às 4h30, para estar às 7h na Barra. Pego dois ônibus e enfrento muito trânsito na Avenida Brasil e na Linha Amarela. Tenho mais uma caminhada de quase 20 minutos até o trabalho. O deslocamento é muito cansativo. Com o metrô, vai ser um adianto. Virei da Central até o Jardim Oceânico e a estação fica em frente ao trabalho”.

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